17 de novembro de 2017

Assine nosso Newsletter

Ações, renda fixa, imóveis…quais os principais investimentos e as vantangens

3 de setembro de 2014 - 11:37

shutterstock_72106681-410x320

Quais os melhores investimentos? Quais são as vantagens e desvantagens de cada um? Quando investir?

Estas são certamente perguntas frequentes de quem pretende fazer um investimento. Para respondê-las, primeiramente é preciso ter bem claro alguns parâmetros que devem balizar os investimentos, tais como:

  • Tempo de aplicação;
  • Risco que se pretende correr;
  • Taxa de rentabilidade esperada;
  • Disponibilidade de capital;
  • Portfólio de investimentos desejado;
  • Aplicação isolada ou diversificada.

Conforme este conjunto de parâmetros, é possível escolher uma aplicação específica, de forma isolada ou combinada. Como principais opções de investimentos, temos:

  • A renda fixa
  • A renda variável;
  • Os imóveis;
  • A poupança;
  • A previdência privada.

A renda variável, como o próprio nome já demonstra, não determina no momento da aplicação inicial o valor que será obtido ao seu final, em um período específico. Ou seja, não é conhecido inicialmente se haverá ganhos ou perdas monetárias neste investimento, portanto, caracterizando-se como de maior risco frente à renda fixa.

O mercado acionário é o maior exemplo de renda variável, pois, quando se compra um papel de uma empresa na Bolsa de Valores, não se sabe qual será o seu comportamento ao longo do tempo. Quando se compra uma ação está se adquirindo uma fração da companhia em que se investe e, se há lucro, este é distribuído na proporção das ações em poder do investidor. Diversos fatores afetam o valor deste título, como o desempenho da firma, do setor em que atua, da economia brasileira, da economia mundial e até do conjunto de investidores compradores e vendedores na Bolsa de Valores.

A aplicação em ações pode ser realizada de forma individual, abrindo-se uma conta em uma corretora de valores credenciada na Bolsa de Valores, ou em conjunto com outros investidores  por meio de um fundo de investimento e aquisição de cotas que representam o montante individual em relação ao valor total aplicado. Destaca-se que cada fundo tem seus administradores que escolhem os papéis que pretendem investir, podendo abranger uma ou mais empresas, ou um ou mais setores de atividade, como por exemplo, de petróleo e de siderurgia.

Já a renda fixa caracteriza-se por ter suas condições de remuneração já conhecidas no momento do investimento. Os títulos podem ser de caráter pré-fixado ou pós-fixado, e de origem pública e/ou privada. No primeiro, já é conhecida a taxa de juros que será aplicada ao montante inicial. Já no segundo, o índice de correção é conhecido, mas não seu percentual, bem como os juros aplicados, e o valor final será estabelecido somente no momento do resgate.

O investimento em imóveis pode gerar um ganho ou uma perda, pois pode haver ou não valorização até o momento de se decidir pela venda do imóvel. Ainda, como ponto negativo, representa uma imobilização de capital, ou seja, o investidor perde a liquidez e a disponibilização imediata do dinheiro, que fica imobilizado no imóvel. Caso se pretenda vender no curto prazo, pode haver problema por falta de compradores e o preço será afetado de forma negativa. Porém, o imóvel pode representar uma renda constante para quem deseja viver ou ter uma renda de aluguel. E valor do imóvel deve, na maioria das vezes, pelo menos ser corrigido pela inflação no longo prazo, mas isso não é certo e depende de como o mercado imobiliário irá se comportar em cada momento.

A poupança é uma aplicação tradicional, com liquidez diária e garantia coberta pelo Governo.  A regra atual determina que se a meta da taxa Selic (taxa básica da economia, estabelecida periodicamente pelo Banco Central do Brasil) for igual ou menor que 8,5% ao ano, a remuneração da poupança será igual a 70% da meta da taxa Selic ao ano, baseada no início da aplicação, mais variação da Taxa Referencial (TR). Caso a meta da taxa Selic fique acima de 8,5% ao ano, a remuneração da poupança é de 1,5% ao trimestre, mais TR.

Já a previdência privada é uma espécie de poupança, que depois de um determinado período previamente estabelecido, gerá uma rentabilidade e renda para o aplicador, servindo como uma aposentadoria. Os valores de contribuição podem ser escolhidos, assim como a periodicidade dos aportes financeiros. Caso haja desistência do plano de previdência, o resgate pode ser feito conforme regras pré-estabelecidas por cada administrador.

É importante ter em vista que cada investimento tem uma regra de imposto sobre os rendimentos. Os fundos de investimentos e a previdência privada contemplam diferentes taxas de administração, conforme a instituição financeira responsável pela gestão dos recursos.

Fonte: www.mercadofinanceiro.com.br

Print Friendly and PDF

Noticias Relacionadas