17 de novembro de 2017

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Brasil se encontra na posição 120 no ranking mundial de facilidade de se fazer negócios

29 de outubro de 2014 - 1:17

www.mercadofinanceiro.com.br

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O Banco Mundial elaborou um estudo em que mostra o ambiente regulador para os empresários em cada país, em uma amostra de 189 nações.

O relatório chamado em português de “Fazendo Negócios em 2015” aponta que as economias que melhoraram a eficiência dos procedimentos de regulamentação e que fortaleceram as instituições legais, que ajudam as empresas, o comércio e o intercâmbio, são mais capazes de facilitar o crescimento e o desenvolvimento. Empresários locais em 123 economias experimentaram melhorias em seu ambiente regulatório no ano passado.

De junho de 2013 a junho de 2014 o relatório documentou 230 reformas de negócios – com 145 destinadas a reduzir a complexidade e o custo do cumprimento da regulamentação de negócios, e 85 destinadas a fortalecer as instituições jurídicas. A África Subsaariana representou a região com o maior número de reformas.

O relatório conclui que Cingapura lidera o ranking mundial sobre a facilidade de fazer negócios. Também na lista das 10 economias com as melhores regulações para fazer negócios se destacam a Nova Zelândia, Hong Kong, Dinamarca, República da Coreia, Noruega, Estados Unidos, Reino Unido, Finlândia e Austrália.

O Brasil registrou no item geral de “facilidade de fazer negócios” a posição 120 no ranking de 189 nações.

Na frente do Brasil estão países como a Nicarágua, Jordânia, Equador, Zâmbia, Líbano Honduras, El Salvador e Nepal. O Peru e o Chile se encontram, respectivamente, nas posições 35 e 41.

Paralelamente, o país se posicionou da seguinte forma em outros itens:

- 174 na burocracia para permissão de construção civil;
– 19 para obtenção de eletricidade;
– 138 para o registro de uma propriedade;
– 89 para obtenção de crédito;
– 35 na proteção do investidor minoritário;
– 177 no pagamento de impostos (com gasto de 2.600 horas por ano e taxa de 69% na relação de impostos sobre os lucros);
– 123 nas barreiras de comércio;
– 118 na aplicação de contratos;
– 55 na resolução de situações de insolvência.

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