Imagem: Josh Appel-Unsplash

O CDB é uma das mais comuns alternativas de aplicações financeiras em renda fixa, sendo considerada de baixa risco no mercado financeiro.

É um título privado e exclusivamente emitido por instituições financeiras, que visam captar recursos para subsidiar suas operações.

Representa um título de depósito a prazo, de caráter nominativo, transferível e de livre negociação, identificado como uma promessa de pagamento, em data futura, do valor depositado junto ao emissor, acrescido da remuneração convencionada.

O CDB pode contemplar uma taxa de juros fixa ou flutuante, com remuneração, inclusive, baseada em índices ou taxas de conhecimento público. São ofertados como pré-fixados e pós-fixados.

As instituições financeiras podem oferecer aos aplicadores CDBs com liquidez imediata e resgate diário.

Os CDBs são protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que estabelece o total de créditos de cada pessoa contra a mesma instituição associada, ou contra todas as instituições associadas do mesmo conglomerado financeiro, até o valor somatório de R$ 250.000,00, limitado ao saldo existente.

O FGC também estabelece o teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

O Imposto de Renda (IR) incidente sobre os ganhos das aplicações financeiras em CDBs é baseado na seguinte Tabela Regressiva:

  • Até 180 dias – 22,50%
  • De 181 a 360 dias – 20,00%
  • De 361 a 720 dias – 17,50%
  • Acima de 720 dias – 15,00%

O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) somente ocorre quando a aplicação é resgatada em um prazo menor que 30 dias.

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