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Ter o seu próprio imóvel! Este é o desejo e o sonho de todos!

Você pode comprar um imóvel para morar ou apenas para investir visando à uma renda futura de aluguel.

Vale destacar que a aquisição de um imóvel representa, primeiramente, uma imobilização de capital. Isto é, significa que você está alocando capital em um bem ou ativo de menor liquidez.

A menor liquidez ocorre pela maior dificuldade de se vender um imóvel, de transformar o dinheiro investido em dinheiro disponível e em curto espaço de tempo. Esta é uma desvantagem, que também está associada às condições do mercado imobiliário no momento da venda.

Adicionalmente, ocorre a depreciação ou desgaste do bem, que gera a necessidade de gastos extras de manutenção.

Em contrapartida, adquirir um imóvel tem a vantagem de se aportar recursos financeiros em um ativo considerado de menor risco e que pode se valorizar no futuro.

Certeza de valorização ou desvalorização do imóvel não existe! Vai depender de uma série de variáveis, como a economia do país, a oferta e demanda no momento da comercialização, e a localização.

Financiar a compra de um imóvel pode representar a troca do aluguel pela casa própria.

Porém, o financiamento do imóvel é, sem dúvida, uma dívida significativa que será assumida e deverá ser paga a longo prazo!

É preciso, então, planejar e simular o valor das prestações que deverão ser pagas, assim como seu impacto no orçamento e na renda pessoal.

As instituições financeiras costumam analisar a capacidade de pagamento da pessoa que pretende financiar o imóvel, sendo que usualmente é limitado o valor da prestação à 30% da renda mensal familiar do adquirente. O prazo de financiamento pode chegar até 35 anos.

Geralmente são oferecidos dois sistemas diferenciados de pagamento: de Amortizações Constantes (SAC) e o Francês de Amortização (Price), sendo o primeiro com prestações mais altas no início e que vão caindo ao longo do tempo, e o segundo, que contempla parcelas fixas e amortização mais lenta dos juros.

É fundamental ficar atento ao chamado Custo Efetivo de Capital (CET) aplicado ao financiamento, ou seja, à somatória de itens que compõem o custo total efetivamente cobrado sobre o dinheiro emprestado.

A partir de 2013 foi implementada, pelo Banco Central do Brasil (BCB), a portabilidade de operações de crédito, inclusive do mercado imobiliário.

O contratante do financiamento do imóvel tem a opção de mudar para outra instituição financeira que ofereça condições mais favoráveis, como por exemplo de taxa de juros.

O valor e o prazo da operação na instituição proponente não podem ser superiores ao saldo devedor e ao prazo remanescente da operação de crédito objeto da portabilidade na data da transferência de recursos.

Os custos da operação, como de avaliação do imóvel pela nova instituição financeira e de registro em cartório, devem ser considerados na escolha da portabilidade.

Existem variados tipos de financiamentos imobiliários ofertados pelas instituições financeiras, com diferentes custos e condições, tais como linhas de crédito com juros fixos ao ano, mais correção pela Taxa Referencial (TR), ou rendimento pela poupança, mais um teto limite fixo, ou correção pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Vale pesquisar e avaliar quais são as melhores alternativas de financiamento imobiliário para você!

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